quinta-feira, setembro 16, 2010

Sono

Felicidade, não tem idade,
Tem dia.
Curiosa simpatia,
De deitar a cabeça no travesseiro,
Faceiro!
Sem nenhum peso ou arrependimento,
Por um momento refletir:

“Será que antes do sol se pôr,
Seja por ódio ou por amor,
Fiz mal a alguma criatura?
Ou, por ventura,
Saciei todas minhas vontades?”

É tarde.
Outra oportunidade, só depois de sonhar.
Pois acordar, quem diria,
É um truque de sabedoria.

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